"Conservar a unidade do espirito pelo vinculo da paz!"

A Renovação Carismática Católica apresenta o tema que direciona e une suas ações em 2014

Grupo de oracao Sao Miguel

Venha ter uma nova experiência com Deus e viver a cultura de Pentecostes. Te esperamos! Todas as quintas-feiras - 20h

Venha rezar conosco e dar um novo sentido para vida!

O Senhor nos chama a este tempo de real mudança de vida

Ministerio Shekinah

“Todos nós, porém, com o rosto descoberto, refletimos a Glória do Senhor!” 2 Cor 3,18

Questoes de Fe

Entenda um pouco mais a fé Católica, explicada de maneira clara e sucinta, em alguns dos temas mais usados nos ataques feitos pelos inimigos da Santa Igreja de Cristo

Archive for Dezembro 2011

Latim: uma lingua mais viva do que nunca

Cidade do Vaticano (Terça-feira, 27-12-2011, Gaudium Press) Os Museus Vaticanos realizaram recentemente, um exame público que chamou a atenção pela sua peculiariedade. Vinte e cinco estudantes com idades entre 16 e 18 anos provenientes das escolas de Liechtenstein e da Áustria, realizaram um rigoso teste de latim.

O objetivo desta prova é demostrar a importância do idioma nos dias de hoje. Segundo o professor do Colégio Sacrè Coeur Riedenburg, da Áustria, Peter Reinhard, essa não é uma ideia nova "e sim uma antiga ideia porque foi comprovado que os estudantes aprendem mais o latim e outros idiomas quando os praticam, como traduzir um texto ou resolver dúvidas chamando pessoas que os ajudem e isso os agrada muito".

O exame levou uma hora e incluiu várias provas, como uma tradução do alemão para o latim. Para o estudante Luca Wellenzohn o aprendizado foi muito importante para sua carreira profissional. "Tivemos de aprender cerca de 600 palavras, tínhamos 25 textos bíblicos e ficamos estudando, mais ou menos, dois meses e meio. Foi muito trabalhoso, mas estamos orgulhosos de ter terminado e acho que nos saímos muito bem".

Os alunos podiam usar o telefone para fazer consultas, inclusive ao Cardeal Giovanni Lajolo, Secretário do Pontíficio Conselho para os Leigos. "Tivemos de ligar para uma pessoa que me perguntou duas vezes sobre o texto e como traduzí-lo para o latim. Também tive de fazer perguntas em latim", comenta a estudante Jaclin Röggel.

Graças a esta prova, os estudantes demonstraram que o latim não é somente um idioma reservado a Igreja Católica, sendo que é um ponto fundamental na formação de qualquer pessoa. "Acredito que é muito útil porque estes idiomas me chamam muito a atenção e o latim tem me ensinado muito sobre como comparar idiomas, como pronunciá-los de maneiras diferentes e como nos lembrar-mos melhor", afirma Romy Abbrederis, outra estudante que passou pela prova.

Esta avaliação mostra que o latim - considerada uma língua morta - está mais viva do que nunca.

Fonte: http://www.cleofas.com.br

A Paz tao procurada!

O homem contemporâneo busca a paz, fecha-se em altos muros para não a perder, faz caminhadas pela paz, movimentos em vista dela. A palavra PAZ talvez seja hoje uma das mais faladas. Com certeza, ela expressa a realidade mais buscada pelo homem do nosso tempo. No entanto, ele nunca esteve tão em guerra como agora: o ódio se alastra, a violência se multiplica, o homem morre, vítima de si mesmo e do seu pecado.

“É aí que se manifesta o desígnio de Deus para a nossa vocação. Em um mundo marcado pelo pecado, ‘que errou bastante acerca do conhecimento de Deus, onde reinam tantos males, o ocultismo, a não conservação da pureza nem na vida nem no matrimônio, a impureza, o adultério, sangue, crime, roubo, fraude, corrupção, deslealdade, revolta, perjúrio, perseguição dos bons, esquecimento da gratidão, impureza das almas, inversão sexual, desordens no casamento, despudor e etc, e ainda se diz em paz’ (Sb 14,22-26); o Senhor nos chama a sermos anunciadores da sua paz (Is 52), a vivermos e proclamarmos a sua Paz.

A levarmos com a nossa vida, com a nossa palavra e com o nosso testemunho, o Shalom de Deus aos corações; a sermos instrumentos de reconciliação do mundo com Deus; a anunciarmos com todo o nosso coração, com todas as nossas forças a salvação de Jesus Cristo e o seu Evangelho” (RVSh, 359)[1].

Quando o Senhor nos deu o nome SHALOM, não tínhamos a dimensão do que Ele nos queria falar. “Foi no decorrer da caminhada, na vivência da nossa fé, na correspondência ao chamado que nos fazia, que Ele foi mansamente desenhando em nós, e nos dando a graça de compreender toda a grandeza da nossa vocação” (RVSh, 354). O Senhor nos tinha confiado uma missão que estava contida no nosso nome: a de sermos discípulos e ministros da paz.

Para o povo judeu, a palavra Shalom não era uma simples saudação, mas uma verdadeira intenção de comunicar ao outro toda sorte de bens espirituais e físicos, a felicidade perfeita que viria com a era messiânica. Em última instância, Shalom significava para o judeu o estado de graça que viria com a chegada do Messias ou, em outras palavras, a verdadeira salvação. “Jesus, assim, é o próprio Shalom do Pai, Ele vem nos dar a perfeita felicidade, a salvação” (RVSh, 356).

Como Shalom, temos a missão de levar essa paz aos homens, “a paz da reconciliação com Deus, a paz da conversão, do voltar-se para Jesus, de reconhecê-lo como Salvador e Senhor da humanidade, único caminho da verdadeira paz, da verdadeira justiça (o Evangelho), do verdadeiro amor” (RVSh, 356). Paz para nós é sinônimo de conversão, de vida nova em Cristo. Não é, portanto, somente uma conquista do homem, uma ausência de guerra ou a implantação de uma “justiça humana” sobre a terra. A paz é fruto da presença do Cristo Ressuscitado em nosso meio. Como aos apóstolos (cf. Jo 20,19-21), Ele nos comunica a salvação e nos ensina a anunciá-la e ministrá-la aos homens do nosso tempo.

“Enquanto os homens procurarem a sua paz e a sua salvação em si próprios; enquanto acharem que podem resolver os problemas do mundo por si mesmos; enquanto pensarem que podem instalar uma paz social e política e assim trazer a felicidade geral ao mundo, sem a conversão dos corações a Jesus; sem conhecê-lo como a solução, a salvação para todo o homem e para a humanidade, longe eles estarão da paz, do Shalom que Deus quer instaurar na face da terra” (RVSh, 357). E isso torna-se cada vez mais claro no mundo de hoje, basta olharmos ao nosso redor.

A Comunidade Católica Shalom, impulsionada pelo Espírito Santo e diariamente alimentada pela oração, sente brotar em seu seio o ardente apelo de Deus para que seja saciada a sede do seu povo. Cada irmão que livremente se consagra a Deus na nossa Comunidade, sabe que entregou a sua vida em vista dessa causa, da implantação da verdadeira Paz nos corações e no mundo. O Senhor nos constitui, assim, como soldados que, incansavelmente, lutarão pela paz através do anúncio, da doação de suas vidas e do testemunho coerente do Evangelho.

“Para instaurar a Paz nos corações e no mundo o Senhor nos chama a anunciar Jesus Cristo e a formar autênticos filhos de Deus” (RVSh, 360). A evangelização, o anúncio do querigma, são essenciais para que o homem conheça e encontre a Deus. Contudo, entendemos que Deus pede mais de nós, Ele quer não só que evangelizemos, mas que formemos os seus filhos. Por isso, não basta para nós que as pessoas sejam alcançadas pela graça de Deus, é preciso que sejam também acompanhadas, formadas para a santidade, para uma fé madura e coerente.

No entanto, tal missão só se cumpre quando encarnamos em vossa vida a Paz. “Para proclamarmos a paz, temos acima de tudo que vivê-la, tê-la em nosso coração” (RVSh, 361). É na vida de oração, no caminho sincero de conversão, de renúncia de si, de mergulho no Espírito Santo que vamos, passo a passo, nos deixando transformar pelo Senhor, sendo pacificados para, assim, transbordarmos essa paz para os homens. Deixando-nos possuir por Jesus Cristo, podemos possuir em nós a Paz e, assim, sermos presença de Paz para o homem do nosso tempo.

“É preciso reconciliar o coração do homem com o próprio homem, reconciliar o coração do homem com a natureza e com as coisas. Somente pelo poder do Espírito Santo isto pode ser realizado. É necessário ensinar os homens a orar, a se voltarem para o Senhor. É necessário estabelecer o amor de Deus nos lares, nas famílias, nos relacionamentos, nas profissões, na sociedade, no mundo! É necessário estabelecer a paz, mas tudo isto só acontece quando recebemos Jesus no coração. ‘Homem, converte-te ao Senhor Jesus e encontrarás a Paz que tanto buscas!’” (RVSh, 367).
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[1] Regras de Vida ShalomPe. Karlian Vale
Comunidade Shalom



Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=5485

Advento: 4 pontos para ajudar a viver bem esse tempo unico

Dicas para vivermos bem o Advento

Diante da grandiosidade desse tempo litúrgico que se aproxima, resolvi escrever 4 pontos que nos ajudaram a viver bem esse tempo único de conversão e de graças que é o Advento. Lembrando que existe uma ação de Deus toda especial que nos convida e conversão e ao retorno a vida sob o senhoril de Jesus. O fato de estarmos esperando a vinda de Jesus nos enche de alegria e esperança, pois sabemos que não seremos decepcionados, Jesus virá e não tardará. Por isso preparemo-nos para recebê-lo hoje em nossos corações.

01. Renovar nossa entrega de vida a Jesus Cristo.

Submetendo todo o nosso ser ao único e verdadeiro Deus sem nenhuma restrição. Aqui se faz necessário renovarmos nossa entrega de vida a Jesus. Percebermos tudo o que em nós não se submente mais ao Evangelho, a mentalidade de Cristo e termos coragem e romper com tudo o que nos rouba do mesmo. Coragem para romper com o velho. Coragem para iniciar um novo tempo no seguimento de Cristo. Jesus Senhor do meu corpo, do meu pensar, do meu agir, dos meus relacionamentos e até da minha fraqueza.

02. Alimentar a alegria

Trata-se de alimentar a alegria interior que transborda no exterior. Essa alegria é alimentada na intimidade com Deus e no amor aos irmãos. A alegria é uma das grandes marcas do Advento, alegria que se expressa em todo o nosso ser. Alegria que faz o outro feliz. Alegria em poder contar sempre com grande e infinito amor de Deus que nos renova a cada dia. Devemos nesse tempo de Advento expulsar do nosso coração toda e qualquer tristeza. É tempo de alegria, de intensa alegria, pois o Senhor está chegando.

03. Unidos à igreja de Cristo

Viver intensamente a unidade com o Corpo de Cristo, a Santa mãe Igreja. Participar ativamente das atividades da sua paróquia, grupo de oração, comunidade, etc. Não podemos nos dispensar de viver a unidade nunca, em nenhum momento, principalmente nesse tempo de Advento, onde juntos como Igreja nos preparamos para receber Jesus. Nossa vida sacramental deve ser avaliada nesse tempo. Tenho participado da Santa Missa com frequência? Tenho buscado o Sacramento da Confissão? Participo ativamente da Missa no Domingo, dia do Senhor? Essas são perguntas que nos ajudam a enxergar se estamos ou não vivendo a unidade não essencial nesse tempo de Advento.

04. Caminhar com Maria

Permanecer unido a Nossa Senhora. Permanecer no colo da mãe. Aprender com ela a esperar o Emanuel no silêncio e na oração, na partilha e no serviço aos irmãos. Esse tempo é propício para renovarmos nossa devoção filial a Nossa Senhora. Qual a sua devoção mariana? O terço, rosário, ofício da imaculada Conceição, ladainha, etc. Essas e outras devoções muito conhecidas pelo nosso povo brasileiro nos ajudam a caminhar com aquela que disse sim á vontade do Pai, dando Jesus ao mundo.

Que o Espírito Santo nos ajude a viver intensamente esse tempo de Graça sem desperdiçarmos absolutamente nada do que Deus tem para nós seu povo amado. Um bom e Santo Advento.

Vanilton Lima
Missionário da Comunidade Shalom 


Fonte: http://www.comshalom.org/

O casamento se inicia no namoro equilibrado

Deus estruturou a humanidade na família

O que Deus quer do casamento, da família?
Quando o Deus Pai quis que a humanidade existisse, Ele estruturou tudo na família, com o casal. O Senhor fez o homem, mas viu que seu coração estava vazio e disse a Adão: “Eu vou te dar uma companheira adequada” (Gn 2, 18c). Quando Ele fez a mulher da mesma natureza do homem, é uma linguagem poética para dizer que a mulher foi feita na mesma dignidade do homem, mas diferente para que os dois se completassem. Quando Deus levou Eva para Adão, este ficou emocionado e disse: “Ela vai se chamar mulher” (id. 2, 23c).

O Altíssimo disse a coisa mais importante sobre isso: “Por isso o homem deixa seu pai e sua mãe e se une a sua mulher e serão uma só carne” (id. 2, 24). Isso é o desígnio de Deus, que o homem se case com uma mulher e forme uma só carne, uma só pessoa humana.

Pela unidade do amor de Deus, no altar, vocês serão uma só pessoa; isso é mais ou menos aquilo que acontece na Santíssima Trindade, Três Pessoas, mas uma unidade. Se o casamento não for uma unidade, ele não estará de acordo com a vontade de Deus, e o casal não poderá ser feliz. Se o casal não for uma unidade, não estará vivendo conforme a vontade divina; e isso começa no namoro. É no namoro que a família começa, todos nós nos casamos porque namoramos.

O namoro é o alicerce, o fundamento, se você fizer desse período apenas uma curtição, você estará fazendo da sua família futura uma brincadeira e você sofrerá mais tarde. Leve o namoro a sério, não brinque com a pessoa do outro. Namoro não é tempo de conhecer o corpo do outro, mas alma do outro. Não empurre seu namoro com a “barriga”, se você vê que só existe briga, tenha coragem de terminar, o amor é algo que se constrói, não cai do céu pronto. A aliança de namoro você pode tirar do dedo, a aliança do casamento, não.

Não deixe a vida sexual sufocar seu namoro, a vida sexual é para os casais casados. São Paulo diz que o corpo da mulher pertence ao marido e o corpo do marido pertence à mulher, porque eles são uma só carne, por isso têm o dever de viver a vida sexual.

Viva seu namoro na castidade, na seriedade e vocês estarão se preparando para ser um casal fiel. O namoro é o começo de tudo, é o ponto de partida.

Quando chegamos ao casamento o que Deus quer? O casamento é uma decisão que exige maturidade, atrás desse “sim” vêm os filhos, que não pediram para vir ao mundo, mas vieram por amor. O filho tem o direito de viver com seus pais, porque ele precisa disso para sua formação moral, intelectual, psicológica, por isso, o casal precisa ser uma só carne e não levar o casamento na brincadeira com mentiras. Se você começar a mentir dará espaço para o demônio entrar no seu matrimônio; não pode haver falsidade entre o casal. Não pode haver divisão entre o casal, não pode existir a primeira pessoa do singular: “eu”, mas sim, a primeira pessoa do plural: “nós”.

Deus quer o casal como café com leite: quando alguém olha vê um só. É possível fazer isso? Sim, com a graça de Deus. Casal que reza junto permanece junto.

Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=5474

Alguns versiculos que os protestantes esqueceram de ler em suas biblias

Segue abaixo alguns dos versículos bíblicos que os protestantes esqueceram de ler em suas bíblias ou que fazem a questão de distorcê-los deliberadamente para manter seus erros doutrinários:


  • Sola Scriptura (Somente a Bíblia)

      A idéia fundamental da reforma protestante é a de que apenas a Bíblia é a única regra de fé. Entretanto, a própria Bíblia não suporta essa crença...

    • Jesus fala ou revela verdades que não se encontram na Escritura: Mt 2,23; At 20,35; Tg 4,5.
    • Nem tudo está na Bíblia: Jo 21,25.
    • O grande mandamento de Cristo é pregar e não escrever: Mt 28,19-20.
    • Os cristãos primitivos seguiam a tradição apostólica: At 2,42.
    • São Paulo reconhece autoridade à tradição oral: 1Ts 2,13; 2Ts 2,15; 2Tm 2,2; 1Cor 11,2.

  • Sola Fide (Somente a Fé)

      Martinho Lutero, querendo evitar a importância de se fazer boas obras, promoveu a idéia de que apenas a fé é responsável pela salvação. A Igreja, porém, sempre ensinou que a fé, a esperança e o amor (caridade) são necessários para a salvação. O único lugar em que a expressão "apenas a fé" aparece na Bíblia está em Tg 2,24, onde o autor declara que Abraão não foi salvo apenas por sua fé.

    • As obras têm méritos: Fl 2,12; 2Cor 5,10; Rm 2,6; Mt 25,32-46; Gl 6,6-10.
    • Devemos evitar o pecado: Hb 10,26.
    • Devemos fazer o desejo de Deus: Lc 6,46; Mt 7,21; 19,16-21; 1Tm 5,8.
    • Devemos guardar os mandamentos: 1Jo 2,3-4; 3,24; 5,3.
    • Obtém o perdão dos pecados: Tg 5,20.
    • Que proveito tem a fé sem as obras?: Tg 2,14-26.
    • São Paulo se auto-disciplina para evitar perder a salvação: 1Cor 9,27.

  • Livros Deuterocanônicos (chamados de "Apócrifos" pelos protestantes)

    • Os deuterocanônicos foram usados no Novo Testamento: 2Mc 6,18-7,42 : Hb 11,35; Sb 3,5-6 : 1Pd 1,6-7; Sb 13,1-9 : Rm 1,18-32.
    • A versão da Septuaginta (Antigo Testamento grego com os deuterocanônicos) é citada em partes onde difere da versão hebraica: Is 7,14 : Mt 1,23; Is 40,3 : Mt 3,3; Jl 2,30-31 : At 2,19-29; Sl 95,7-9 : Hb 3,7-9.

  • Batismo de Crianças

    • A Bíblia sugere o batismo de toda uma casa, o que inclui as crianças: At 2,38-39; 16,15.33; 1Cor 1,16.
    • A circuncisão (normalmente feita em crianças) foi substituída pelo batismo: Cl 2,11-12.
    • O batismo é necessário para a salvação: Jo 3,5.

  • Papado/Infalibilidade

    • A cátedra de Moisés como autoridade de ensino: Mt 23,2.
    • A igreja edificada sobre os apóstolos e profetas: Ef 2,20.
    • As chaves são símbolo de autoridade: Is 22,22; Ap 1,18.
    • Pedro é sempre mencionado em primeiro, antes dos dos demais apóstolos: Mt 10,1-4; Mc 3,16-19; Lc 6,14-16; At 1,13; Lc 9,32.
    • Pedro fala pelos apóstolos: Mt 18,21; Mc 8,29; Lc 12,41; Jo 6,69.
    • Pedro foi o primeiro a pregar durante o Pentecostes: At 2,14-40.
    • Pedro realizou a primeira cura: At 3,6-7.
    • Pedro recebeu a revelação de que os gentios deveriam ser batizados: At 10,46-48.
    • Simão é chamado de Cefas (aramaico: Kepha = Pedra): Jo 1,42.
    • Vicário de Cristo: Lc 10,1-2.16; Jo 13,20; 2Cor 5,20; Gl 4,14; At 5,1-5.
    • "Apascenta as minhas ovelhas": Jo 21,17.
    • "Simão, confirma os teus irmãos": Lc 22,31-32.
    • "Sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja; [...] Te darei as chaves do céu; [...] Tudo que ligares e desligares: Mt 16,18-19.

  • Irmãos de Jesus?

      O Cristianismo tradicional afirma que Jesus é o único filho de Maria. As citações aos "irmãos do Senhor" se referem a outros membros da família e, em alguns casos, aos seus próprios discípulos.

    • Maria, esposa de Cléofas e irmã da Virgem Maria (Jo 19,25) é a mãe de Tiago e José (Mc 15,47; Mt 27,56), que são chamados de "irmãos do Senhor" (Mc 6,3).
    • Em At 1,12-15, vemos que os Apóstolos, Maria, algumas mulheres e os irmãos de Jesus totalizam aproximadamente 120 pessoas, o que é um número muito alto de irmãos.
    • Gn 14,14: Lot, sobrinho de Abraão (cf. Gn 11,26-28), é chamado de irmão de Abraão.
    • Gn 29,15: Labão, tio de Jacó, chama Jacó de seu irmão.
    • Jo 19-26-27: Jesus entrega Maria aos cuidados de seu discípulo João e não a um de seus supostos irmãos.

  • Os Santos

    • A transfiguração - onde está descrita a morte de Moisés e Elias?: Mt 17; Mc 9.
    • Corpo de Cristo: 1Cor 12,25-27; Rm 12,4-5.
    • Deus não é o Deus dos mortos, mas dos vivos: Mc 12,26-27.
    • Intercessão de Moisés e Samuel: Jr 15,1.
    • O aviso é para não evocar os mortos, mas os santos podem ser invocados pois estão vivos para Deus: Dt 18,10.
    • Oração intercessória: Ef 6,18; Rm 15,30; Cl 4,3; 1Ts 1,11.
    • Os falecidos Onias e Jeremias intercedem pelos judeus: 2Mc 15,11-16.
    • Os santos estão unidos com Deus: 1Cor 13,12; 1Jo 3,2.
    • Os santos são reerguidos na ressurreição e circulam por Jerusalém: Mt 27,52; Ef 2,19.
    • Veneração de anjos unidos com Deus: Js 5,14; Dn 8,17; Tb 12,16; Mt 18,10.

  • As Imagens

    • Deus ordena a confecção de imagens: Ex 25,18-22; Nm 21,8-9.
    • Salomão constrói o Templo com estátuas e imagens: 1Rs 6,23-29.35; 7,29.

  • Você já está salvo?

    • 1Cor 10,12 - "Assim, pois, aquele que julga estar de pé, tome cuidado para não cair".
    • Mt 19,16-17 - "Aí alguém se aproximou dele e disse: 'Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna?' Respondeu [Jesus]: 'Por que me perguntas sobre o que é bom? O Bom é um só. Mas se queres entrar para a Vida, guarda os mandamentos'".
    • Lc 10,25-28 - "E eis que um doutor da lei se levantou e disse para experimentá-lo: 'Mestre, que farei para herdar a vida eterna?' Ele disse: 'Que está escrito na Lei? Como lês?'. Ele então respondeu: 'Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, com toda a tua força e de todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo'. Jesus disse: 'Respondeste corretamente; faze isso e viverás'".
    • Jo 5,24 - "Em verdade, em verdade vos digo: quem escuta a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não vem a julgamento, mas passou da morte à vida".
    • Jo 6,54 - "Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia".
    • Mt 10,22 - "E sereis odiados por todos por causa do meu nome. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo".
    • Mc 16,16 - "Aquele que crer e for batizado será salvo; o que não crer será condenado".
    • Jo 3,5 - "Respondeu-lhe Jesus: 'Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus".
  • Traduzido por Carlos Martins Nabeto

    Fonte: http://www.veritatis.com.br/

    Joao Batista, o profeta do Advento

    Uma das grandes estrelas das narrações do Advento e do Natal: João Batista. Consideremos juntos alguns detalhes da vida de João e vejamos por que é tão bom modelo para nós. João Batista não tem travas na língua. Dizia o que pensava e o que precisava. Hoje nos dirigirá palavras igualmente cruas: tocarão diretamente os pontos fracos das nossas vidas. João Batista pregava o arrependimento com credibilidade porque antes amava a Palavra de Deus, que havia escutado no coração de seu próprio deserto.

    Escutou, experimentou e viveu a palavra libertadora de Deus no deserto. Sua eficácia no anúncio desta palavra se devia ao fato de que sua vida e sua mensagem eram uma só coisa. A incoerência é uma das coisas mais desalentadoras que temos de enfrentar em nossas vidas. Quantas vezes nossas palavras, nossos pensamentos e nossos gestos não são coerentes! Os verdadeiros profetas de Israel nos ajudam a lutar contra toda forma de incoerência.

    Ao longo de toda a história bíblica, os líderes e visionários foram ao deserto para ver com mais clareza, para escutar com atenção a voz de Deus e descobrir outras maneiras de viver. A palavra hebraica para dizer deserto, «midvar», deriva de uma raiz semítica que significa «levar o rebanho ao pasto». «Eremos», a palavra grega utilizada para traduzir «midvar», indica um lugar desolado, pouco povoado, e em seu sentido mais estrito, um terreno abandonado ou deserto.

    O termo «deserto» tem dois significados diferentes, mas ligados, que fazem referência a algo selvagem e intrigante. Foi precisamente esta dimensão de desconhecido (intrigante) e descontrolado (selvagem) que levaram ao atual termo «deserto».

    Mas há também outra maneira de compreender o sentido da palavra «deserto». Uma análise atenta da raiz da palavra «midvar» revela a palavra «davar», que significa palavra ou mensagem. A noção hebraica de deserto é, portanto, um lugar santo, no qual é possível escutar, experimentar, viver em liberdade a Palavra de Deus. Vamos ao deserto para escutar a Palavra de Deus, de uma maneira desapegada e completamente livre.

    O Espírito de Deus permitiu que os profetas experimentassem a presença de Deus. Deste modo, eram capazes de compartilhar as atitudes, os valores, os sentimentos e as emoções de Deus. Este dom lhes permitia ver os acontecimentos de sua época como Deus os via e ter os mesmos sentimentos de Deus diante deles. Compartilham a cólera de Deus, sua compaixão, sua pena, sua decepção, sua repulsa, sua sensibilidade pelas pessoas e sua seriedade. Não viviam estas experiências de maneira abstrata, mas animados pelos mesmos sentimentos de Deus diante dos acontecimentos concretos de sua época.

    João Batista é o profeta do Advento. Com freqüência é representado apontando com o dedo Aquele que deve vir, Jesus Cristo. Se, seguindo o exemplo de João, preparamos o caminho do Senhor no mundo de hoje, nossas vidas se converterão também em dedos de testemunhas vivas que mostram que é possível encontrar Jesus, e que está perto. João ofereceu às pessoas de sua época uma experiência de perdão e de salvação, sabendo muito bem que não era o Messias, o que podia salvar. Permitimos aos demais que façam a experiência de Deus, do perdão e da salvação?

    João Batista veio para ensinar-nos que há um caminho que nos tira das trevas, da tristeza do mundo e da condição humana, e este caminho é o próprio Jesus. O Messias vem para salvar-nos das forças das trevas e da morte, e nos leva pelo caminho da paz e da reconciliação para que voltemos a encontrar nosso caminho para Deus.

    O teólogo jesuíta Karl Rahner, hoje falecido, escreveu em uma ocasião: «Temos de escutar a voz do que nos chama no deserto, ainda que reconheça: não sou o Messias. Não podeis deixar de escutar esta voz ‘porque não é mais que a voz de um homem’. Do mesmo modo, vós tampouco podeis deixar de lado a mensagem da Igreja porque a Igreja ‘não é diga de desatar a correia das sandálias de seu Senhor, que a precede’. Nós nos encontramos, de fato, ainda no Advento».

    Talvez não tenhamos o luxo de viajar ao deserto da Judéia, nem o privilégio de fazer um retiro de Advento no deserto do Sinai. De qualquer forma, podemos certamente encontrar um pequeno deserto no meio das nossas atividades e do barulho da semana. Vamos a esse lugar sagrado e deixemos que a Palavra de Deus nos interpele, que nos cure, que volte a orientar-nos, a levar-nos ao coração de Cristo, de quem esperamos a vinda neste Advento.

    Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/advento/20.htm

    Deus castiga?

    O Castigo Divino - Uma das noções mais incompreendidas hoje em dia.


    Antes de mais nada, é necessário saber o que é castigo. Castigo não é nem pode ser vingança. Se alguém está se vingando, não está castigando. Mas o castigo, a pena de nossos pecados, é real e deve ocorrer. Um castigo justo é uma coisa boa, ao contrário de toda essa pedagogia do "deixa quieto para não traumatizar" que hoje grassa por aí.

    O castigo, visto como pena a pagar pelos nossos pecados, evidentemente existe. O Inferno nada mais é que um castigo eterno, para pecados mortais. Alguém que tenha uma só vez cometido um pecado mortal e não se tenha confessado, a não ser que antes de morrer tenha uma perfeita contrição, irá para o Inferno, como diria Frei Damião, "de cabeça pra baixo".

    Já as doenças, males físicos, econômicos, morais e financeiros em geral, podem, e devem, ser vistas como um "castigo". Como assim?

    Simples. Eu sou um pecador, como imagino que a imensa maioria de vocês. :) Os pecados veniais que cometo têm consequências temporais, assim como os pecados mortais (em que a consequência temporal é somada à eterna, sendo que esta é perdoada na absolvição sacramental). Se eu morrer em estado de graça (ou seja, depois de me confessar e sem ter pecado mortalmente desde então), ainda carregarei comigo estas consequências temporais, que pagarei no Purgatório.

    Ora, pagar no Purgatório é infinitamente pior e mais doloroso que pagar aqui. É por isso que é bom considerar uma doença, por exemplo, como castigo. Se eu aceitar este sofrimento como uma pena justa e devida pelos meus pecados, ele passa a ser visto não como algo absurdo e sem sentido, mas como uma graça que me é dada por Deus para o perdão dos meus pecados (estou aqui, aliás, aproveitando que Deus me deu a graça da visita de um enxame de vespas que me deixou vermelho e inchado...).

    Um castigo é justo, e é mais que justo que eu esteja cheio de picadas de vespa. Eu fiz por merecer muito mais! Quantas vezes não dei uma esmola pequena, quando poderia ter dado uma maior? Quantas vezes não olhei demais para onde não deveria ter olhado, ou pensei coisas que não deveria ter pensado? Vespa é pouco!

    Notem bem que não se trata de uma vingança, mas sim de um justo castigo. Castigar os culpados é uma obra de caridade, nos ensina São Pio X em seu Catecismo.

    Assim, Deus nos deu o livre-arbítrio (capacidade de escolher entre dois bens aparentes o que nos parece o melhor), e nos dá também a possibilidade de aceitar (ou não) como pena devida os sofrimentos que temos.

    Caso aceitemos, ótimo, estamos pagando as penas temporais de nossos pecados. Mas a chance de pagarmos aqui mesmo os nossos pecados nos é dada por Deus.

    Vejamos por exemplo o caso da AIDS, doença que atinge principalmente fornicadores, adúlteros, sodomitas e viciados (eu disse principalmente!, é claro que tem a pobre esposa do adúltero, os hemofílicos, etc., mas são minoria). Para eles é uma bênção de Deus. Assim eles têm uma chance de aceitar este sofrimento e santificar-se em vida, além de serem praticamente forçados a abandonar a prática pecaminosa que originou a doença.

    Não podemos dizer que Deus foi lá e, de pura maldade, vingou-Se daqueles que desrespeitaram Seus Mandamentos. O que houve foi que eles pecaram, mas Deus, que é Misericórdia, deu-lhes a imensa graça de saber que morrerão em breve, além de sofrimentos que, acolhidos com alegria como graça de Deus, podem abreviar muito a passagem deles pelo Purgatório.

    Castigo não é vingança, castigo é amor e misericórdia.

    Segue trecho da Summa Theologica de S. Tomás de Aquino a respeito do temor a Deus (como toda a Summa, começa com o ponto de vista errôneo e depois explica a situação e responde às objeções errôneas anteriormente apresentadas):

    =========================

    Deus pode ser temido? - SS Q[19] A[1]

    OBJ 1: Pareceria que Deus não pode ser temido, pois o objeto do medo é um mal futuro, como declarado acima (FS, Q[41], AA[2],3). Mas Deus é livre de todo mal, já que Ele é o Bem em si. Assim, Deus não pode ser temido.

    OBJ 2: Além disso, o medo é oposto à esperança. Nós esperamos em Deus, logo não podemos temê-lO.

    OBJ 3: Além disso, como declara o Filósofo (Aristóteles): (Rhet. ii, 5), "tememos as coisas pelas quais o mal vem a nós." Porém o mal vem a nós não de Deus, mas de nós mesmos, de acordo com Oséias 13,9: "A destruição é tua, Israel, teu auxílio é (...) em Mim." Assim Deus não deve ser temido.

    Pelo contrário, está escrito (Jer. 10,7): "Quem Vos temerá, ó Rei das nações?" e (Malaquias 1,6): "Se Eu for um mestre, onde estará Meu medo?"

    Respondo que, assim como a esperança tem dois objetos que esperamos obter, um dos quais o próprio bem futuro enquanto o outro vem pelo auxílio de alguém por quem esperamos obter aquilo que esperamos, assim também o medo pode ter dois objetos, um deles o próprio mal do qual foge o homem e o outro aquilo de onde vem o mal. Assim sendo, do primeiro modo Deus, que é o bem em si, não pode ser objeto de medo; mas Ele pode ser objeto de medo da segunda maneira, desde que pode vir anós algum mal vindo d'Ele ou a Ele relacionado.

    D'Ele portanto vem o mal do castigo, mas este não é um mal absoluto, porém relativo, e em termos absolutos, é um bem. Porque já que uma coisa é boa quando ordenada para um fim, enquanto o mal implica em uma falta desta ordem, aquilo que exclui a ordem até o fim último é mau, e este é o mal de um crime. Por outro lado, o mal do astigo é realmente um mal, enquanto privação de algum bem particular, mas é, absolutamente falando, um bem, enquanto ordenado para o Fim último.

    Em relação a Deus o mal do crime pode cair sobre nós, se nos separarmos D'Ele: desta maneira Deus pode e deve ser temido.

    Resposta à OBJ 1: Esta objeção considera o objeto do medo como sendo o mal que o homem teme.

    Resposta à OBJ 2: Em Deus podemos considerar tanto a Sua justiça, em respeito à qual Ele castiga os culpados, e Sua misericórdia, em respeito à qual Ele nos liberta: Em nós a consideração de Sua justiça faz surgir o temor, mas a consideração de Sua misericórdia faz surgir a esperança, o que faz com que Deus seja objeto de temor e esperança, mas sob aspectos diversos.

    Resposta à OBJ 3: O mal do crime não é de Deus como autor, mas nosso, na medida em que O esquecemos: o mal do castigo, por outro lado, é de Deus como autor, já que tem o caráter de um bem, desde que seja algo justo, sendo inflingido a nós de maneira justa; ainda que originalmente isso seja devido ao demérito do pecado: assim está escrito (Sab. 1,13-16): "Deus não fez a morte . . . mas os malvados em obras e palavras a chamaram para si."


    ©Prof. Carlos Ramalhete - livre cópia na íntegra com menção do autor

    Pra descontrair: Teoria da Evolucao...


    Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/blog/tubodeensaio/

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